Efeito Paulo Freire: protesto pela “educação” é recheado de erros de português

Esta quarta-feira (15) foi marcada por manifestações em diversas cidades do país. Os estudantes universitários alegaram que estavam nas ruas contra o bloqueio de recursos para a educação anunciado pelo MEC, mas o que realmente chamou a atenção foram os erros de português nos cartazes desses alunos tão preocupados com o futuro do país.

Não é a toa que o presidente Jair Bolsonaro afirmou: “a maioria ali é militante, não tem nada na cabeça, se perguntar quanto é 7×2 eles não sabem, se perguntar a fórmula da água eles não sabem. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra…” 

Esses analfabetos funcionais que foram às ruas são os mesmos que matam aula para fumar maconha, que chegam atrasados nas aulas, mas chegam cedo para a chopada, os mesmos que desrespeitam o professor e até o agridem quando ele tem uma opinião diferente, os mesmos que dizem ser contra ditadura, mas apoiam Che Guevara, Maduro e Fidel Castro, são os mesmos que acham um absurdo gastar R$ 80,00 em livro, mas gastam R$ 200,00 em uma balada. São os mesmos que clamam pela educação e deixam a rua assim ao final do protesto:

 

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