Escola de samba do RJ ganha Carnaval com samba que distorce a História e desonra a família Imperial do Brasil

REPULSA

Essa simplesmente é a impressão, a sensação e o sentimento que se tem quando se descobre que tudo o que aprendemos na História do Brasil, sobre os nossos pais fundadores, vem sido paulatinamente destroçado, aniquilado, manipulado, distorcido e reescrito ao bel-prazer da suposta visão artística e cultural da verdade dos fatos e da historicidade de um povo e de um país.

A incompetência de alguns em reconhecer que a História já está escrita e que ela não, não pode mais ser alterada, tem sido, ao longo das últimas 3 a 4 décadas, algo do qual não se consegue escapar ao olhar atento, de quem quer que tenha prestado a devida atenção aos livros de escola e, às aulas proferidas por professores ainda não tão comprometidos com a doutrinação ideológica descarada. Na verdade, quando muito, a história pode ser enriquecida por novos fatos, desde que muito bem embasados com provas cabais, dando-lhes tons mais complexos e vivos, aumentando o valor dos elementos que a compõem. Diminuir ou ridicularizar os feitos de outrora, estes realizados por nossos pais fundadores, em nome de um discurso ideológico, única e exclusivamente para o “deleite nefasto” de uma minoria acadêmica elitista, que sempre desprezou nossas origens, e que apenas pajeia supostas minorias desassistidas e desavisadas, única e exclusivamente para delas se aproveitar como arautos da destruição das nossas bases morais e éticas, das histórias que compõem a raiz, a essência e a estrutura e os pilares basais de nossa formação como nação pujante e promissora, como resultado da desconstrução desses mesmos valores em nome da implantação da ditadura do proletariado e o totalitarismo comunista.

‘Mais invasão do que descobrimento’ é o tema do carro abre-alas da Mangueira, que foi objeto de
opiniões equivocadas, controversas e completamente sem embasamento histórico por conta dos
comentaristas da Globo.

Não bastou que ao longo de 50 anos, desde que na década de 1960 – fato iniciado pelo Salgueiro , as escolas de samba do Rio de Janeiro descobriram a “saga do Quilombo dos Palmares” e a história (nunca antes contada) da vida do seu “mítico herói Zumbi“. Não bastou ainda que um bando de supostos “historiadores” o exaltassem exaustivamente em inúmeros “livros” de qualidade e conteúdo questionável, trombeteando as histórias desse suposto (e nunca confirmado se ele existiu ou não, já que não há restos mortais que comprovem a sua existência) “heroico” afrodescendente e as da sua também não menos fantástica esposa guerreira “Dandara” (outra também de quem não há mais do que boatos contados nas esquinas da história de outrora).

Vultos históricos sendo representados como “anões morais dos nossos contos de fadas”…

Desde então, entra ano, passa ano, quase não há um carnaval em que esse mito zombeteiro, trombeteiro, inoportuno, nunca confirmado, mas sempre caracterizado como o “único herói de fato do inconsciente coletivo afro-descendente“, com as suas horripilantes façanhas heroicas de libertação de escravos, mas também repletas de torturas indizíveis e mortes sanguinárias de seus adversários, desde a prática da tortura e da escravização, até mesmo dos seus demais semelhantes étnicos que não se submetessem às suas regras, aos mandos e desmandos, e ainda, as suas mais nefastas abominações, tomando as mulheres brancas de engenhos atacados para serem usadas ou vendidas como escravas sexuais, ou mortas apenas para diversão sua e de seus comandados. Sim, estas e outras histórias se confundem com a realidade dos fatos envolta nesse “heroico” (?!?) símbolo da resistência afro-descendente.

Cometendo mais um ato de vilipêndio histórico, a comissão de frente da agremiação, se esforça para
apequenar os feitos dos nossos vultos históricos e pais fundadores em nome da lacração ideológica de
esquerda e o discurso vitimista de supostas minorias oprimidas.

Aos meus caros irmãos africanos e brasileiros descendentes de seus pares da África, isso é um acinte! É um ultraje à História! Só no Brasil mesmo se comete essa barbaridade, em nome de ser “fazer justiça” aos que sofreram nas mãos da escravidão. Escravidão essa que foi iniciada na África, criada pelos seus próprios pares e semelhantes étnicos, e perpetuada por séculos (e segundo se consta, existente ainda hoje, mesmo com a ONU fazendo vistas muito grossas à respeito!), e evidentemente, aproveitada por homens inescrupulosos e gananciosos de todas as nações europeias e ocidentais. Fatos, são fatos, e isso é mais do que inegável.

Mas vocês quererem revisionar a história a seu bel-prazer, e chamarem de contos de fadas, o processo de abolição da escravatura desse país? Fazendo muito pouco caso dos sacrifícios executados por vossa Redentora, S.A.I.R. Isabel I do Brasil, princesa regente e filha primogênita e herdeira legítima do trono, do único governo que realmente trouxe progressos à este país, o Império do Brasil, extinto pelos mesmos tipinhos canalhas que os escravizavam antes, e cujos descendentes, hoje, os escravizam descaradamente e cinicamente, todo o povo brasileiro, através de um metacapitalismo de estado que por décadas esteve associado aos governos esquerdistas, com os quais vocês, sim, vocês, artistas, acadêmicos, etc., se alinharam, chafurdando nesse lamaçal de corrupção? Isso então pode, não é?

S.A.I.R. D. Isabel I, foi vilipendiada vergonhosamente por essa agremiação carnavalesca desrespeitosa.

Os ditos representantes da “comunidade negra” no Brasil são por demais ingratos. Por causa da libertação dos escravos, o Brasil perdeu seu rei, e com isso, perdeu também a sua majestade como o país pujante e de economia comparável que era, perante as maiores potências da época. E os mesmos senhores de engenho e seus descendentes continuaram ricos ou ficaram ainda mais ricos, mas o país definhou e ficou muito mais pobre, em todos os sentidos da palavra, desde então, e a troco de quê? Da libertação de escravos, cujos descendentes diretos ou indiretos, cospem-lhes na cara, humilhando-os como se o processo de Abolição da Escravatura não passasse de contos da carochinha? E tudo, a troco de todo o povo desse país viver nessa mais do que opressora, “rés publica

Gente ingrata, perversa, arrogante, egoísta, inculta e maldosa. Gente com preguiça de se informar. Que só quer saber de bandalheira, cachaça, sexo fácil, pornografia, vícios e degradação. Gente sem amor no coração, sem afinidade nenhuma com os seus semelhantes. Gente que quer se impor na marra, empurrando goela abaixo dos demais brasileiros, a sua visão torpe do mundo, sem sequer nos dar a contraparte do direito de COMPARTILHAR DA NOSSA. Chamam a sua visão do mundo de HISTÓRIA, de VERDADE DOS FATOS, de CULTURA.

A nossa? Chamam de APROPRIAÇÃO CULTURAL, de REVISIONISMO MILENARISTA, de AUTORITARISMO REACIONÁRIO RETRÓGRADO. E por aí vai.

E o pior de tudo isso é que esse samba-enredo não passou de uma desculpa esfarrapada para construir uma narrativa descarada de exaltação a “nascidos nas comunidades” (mais uma vez), como por exemplo, a vereadora do PSOL Marielle Franco, assassinada em março do ano passado, e cuja morte ainda é cercada de mistério, por conta dos desdobramentos das investigações, que em alguns pontos, se conectam a relações com o crime organizado e milícias em comunidades. Tudo isso pode ser visto no vídeo abaixo, compartilhado do G1.

‘O samba citou Marielle Franco, vereadora do PSOL morta a tiros em março do ano passado.

A arquiteta Mônica Benício, viúva de Marielle, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) e o vereador Tarcísio Motta (PSOL) desfilaram à frente da última ala.  Os comentaristas da Globo já nem disfarçam a concordância com a “lacrolândia” assumida pelo enredo infame da Mangueira.

Só que esse “autoritarismo reacionário retrógrado” optou em outubro do ano passado, por trazer a verdade de volta à tona. E verdade virá à tona e nos LIBERTARÁ. Porque o Brasil é sim, um país plural, cheiro de cores e sabores, cheio de riquezas culturais, construídas no matiz das diversas etnias que o compõem. Desde que seja possível a harmonia entre elas, sem entulhos autoritários desse ou daquele lado.

Mas se é impossível a minorias lacradoras e a acadêmicos elitistas conviver com o nosso novo e bom jeito de ser e a verdade inquestionável dos fatos, então estejam convidados a se retirarem, a se tornarem apátridas, a voltarem às suas origens africanas ou europeias progressistas. Que fiquem aqui, apenas aqueles que reconhecem a história brasileira real como ela é, com os seus verdadeiros personagens. Sem contos de fada. Sem mentiras criadas para elevarem supostos heróis…

Principalmente quando o único “heroísmo” que eles representam não passa de uma vendetta sanguinária contra os supostos opressores atuais. Parece que essa carência assumida de um herói guerreiro, invencível e inquebrável, mesmo que construído sobre contos e histórias, muitas vezes exageradas até, de assassinatos e torturas, fala mais alto que o bom senso e que a postura que se espera dos verdadeiros heróis: de tratarem aos seus adversários com a mesma nobreza com a qual desejam ser tratados.

Vê-se pela temática usada, que o sentimento de certos representantes da “africanidade” no Brasil é sempre eivado de ódio e de desejos sanguinários de vingança. Que algum dia, o verdadeiro saber e ética possam trazer de volta a verdadeira criatividade e cultura aos sambas de enredo. Sem temáticas ideológicas. Sem discursos de ódio. Sem manipulações da verdade.

Lamentável ver o que a nossa “cultura popular” está se tornando. Não passa de lixo, de entulho autoritário dos restos mortais de um governo ditatorial fracassado estertorando em seus últimos momentos de morte. E nada mais lamentável ainda, do que ver pessoas que se dizem “representantes dessa nossa cultura, expoentes do saber brasileiro” compactuando alegremente com essas insanidades.

Nessas horas, somos obrigados a concordar com o grande filósofo Sócrates:

“Só sei que nada sei…”

Um ótimo resto de semana à todos, e que nossa mui estimada S.A.I.R., D. Isabel I, na graça de Deus, possa rogar piedosamente por nós e pela recuperação de nosso amado país!

Assim Seja!

A Editoria

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.