Escola de samba do RJ faz lacração midiática no Carnaval vilipendiando a honradez da família imperial e a História do Brasil

A Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, com o seu enredo de 2019, “História para Ninar Gente Grande“, promove um verdadeiro mau estar no povo brasileiro e nas pessoas da comunidade carioca que nutrem sinceras simpatias pelo Movimento de Restauração Monárquica, ao criar essa aberração blasfema na forma de samba-enredo, conforme pode ser lida na própria sinopse do mesmo, a qual pode ser encontrada em seu próprio site, clicando-se aqui ou lendo-se nas imagens abaixo.

Recebemos várias mensagens de repúdio e de consternação através de nossos contatos e representações dentro das seccionais de todos os Círculos Monárquicos de municípios de todo o Estado do Rio de Janeiro, e principalmente do próprio Círculo Monárquico do Rio de Janeiro, que se manifestou através de nota publicada tanto na sua página do Facebook quanto em seu perfil no Instagram, a qual reproduzimos a seguir:

“O Círculo Monárquico do Rio de Janeiro vem por esta externar seu repúdio ao enredo da Escola de Samba Mangueira. A mesma afirma que levará para a avenida a imagem de Dona Isabel, a Redentora manchada de sangue, em tom de culpabilidade pela escravidão.

Aqui estamos para desmentir essa falácia, o que irá para a Avenida não será a Imagem da Princesa mas sim uma imagem distorcida concebida por uma mente doentia e obtusa, desconhecedora da cultura e da história de seu próprio país. Reconhecemos nesse episódio, um ato desesperado advindo daqueles que desejam fique o Brasil eternamente agrilhoado nas algemas da miséria intelectual, à esses, temos a dizer, já raiou o sol da liberdade, já brilhou a luz da cultura sobre nossa augusta nação que está em período gestacional para o renascimento de um novo Brasil.

Haverá ainda muitos gritos como estes da escola de samba, mas devem ser interpretados como a malcriação do infante pueril que tendo sua vontade contestada faz birra e fecha a cara em sinal de completo descontrole emocional. Ao carnavalesco, estamos de portas abertas se um dia quiser instruir-se a cerca da verdade histórica do país onde reside e lamentamos que ainda esteja na obtusa letargia da ignorância.”

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