Gagliasso e a repercussão negativa da “lacração patrulheira”

O casal lacração apronta de novo nas redes sociais.

É inegável o resultado negativo da postura de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank em sua tentativa de faturar a sua lacração politicamente correta e ideologicamente interesseira em cima da piada de mau gosto do YouTubber Júlio Cocielo. Eles literalmente foram buscar lã e saíram devidamente tosquiados. A primeira repercussão negativa foi a exposição pública imediata da hipocrisia de Gagliasso através de tweets antigos do mesmo em sua conta do Twitter, datados de 2009, quando segundo o ator, ele estava com apenas 25 anos – nada mais que um ultrajovem bobinho e futuro militante que ainda iria ser devidamente iniciado na lacração pela atual esposa feminazi-militante, portanto, apto a ser perdoado por suas pueris insinuações de ódio, não é mesmo. Mas com o Cocielo que conta hoje com os mesmos 25 anos, aí não pode, não é mesmo? E viva a hipocrisia, e vamos dar gostosas gargalhadas da mesma vendo a sua exposição à prova de fake news logo abaixo:

Provando que sabia que tinha telhado de vidro, o atorzinho mequetrefe, galãzinho de quinta lacrador da Esgotosfera Globosta, tentou se desculpar, saindo-se com esta:

Só que para azar dele, tentaram contemporizar e ele acabou sendo desmascarado e desautorizado pela própria esposa militante lacradora (pode isso Arnaldo?):

Depois dessa, a coisa descambou ladeira abaixo. Segundo o site Quem Acontece, o ator foi retirado da campanha por LGBTI pela Prefeitura do Rio de Janeiro, devido aos tweets preconceituosos do ator.

Nas palavras do site Sul Connection[1]:

“… o ator global Bruno Gagliasso, maior entusiasta da patrulha politicamente correta no Brasil – o primeiro a pedir boicote ao youtuber Júlio Cociello – agora está provando do próprio veneno.”

“Cociello escreveu uma piada em seu Twitter e se viu no meio de uma polêmica gigante após ser acusado de racismo. Gagliasso exigiu que os patrocinadores do influencer se posicionassem e retirassem os devidos patrocínios.”

“Só que o ator não esperava que também encontrariam comentários preconceituosos em sua conta. Dessa vez, contra homossexuais. E os patrocinadores também estão o abandonando.”

“A Prefeitura do Rio de Janeiro enviou um comunicado à imprensa, em nome da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, afirmando que Bruno não participará mais da campanha contra a LGBTfobia.”

Já no site do Quem acontece foi dito:

Bruno Gagliasso, que publicou posts polêmicos em sua conta do Twitter em 2009 relacionados à comunidade LGBTI, não participará da campanha da Prefeitura do Rio de Janeiro contra a LGBTfobia. Um comunicado foi enviado à imprensa em nome da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, dizendo que o ator participou apenas da campanha produzida na gestão anterior, durante o Rio Sem Preconceito, de 2015.”

Em ambos os sites foi informado que a Prefeitura do Rio de Janeiro se posicionou através do seguinte comunicado, que ainda tinha o parecer do coordenador Municipal de Diversidade Sexual do Rio de Janeiro, Nélio Georgini:

“A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual ( CEDS Rio), vem a público esclarecer que à campanha contra LGBTfobia que circula na internet, na qual o garoto-propaganda é a ator Bruno Gagliasso, foi produzida pela gestão anterior. O ator está sendo acusado de homofobia e lesbofobia  por mensagens postadas no Twitter. A campanha fez parte do show Rio Sem Preconceito, no ano de 2015, em que foram gastos quase 2 milhões de reais para promover a festa. A atual gestão da CEDS Rio descontinuou o show Rio Sem Preconceito para priorizar os trabalhos sociais de apoio aos vulneráveis e, aposta, em militantes e ativistas para trazer visibilidade para a causa LGBTI”.

Nélio Georgini disse ainda:

“Não me colocarei como juiz do ato do ator. Parece ser um cara do bem que errou e, muito menos, da gestão passada, mas só quero lembrar a população carioca que este evento de premiação Rio sem Preconceito custou quase 2 milhões de reais aos cofres públicos. Quanto ao resto, há pessoas mais competentes, como: ativistas e militantes”.

A campanha em que Bruno Gagliasso participaria seria essa aqui:

Para finalizar essa matéria sobre a lacração global, não podíamos deixar por menos. Primeiro queremos colocar a opinião pessoal do Liberal Caxiense, ou seja, que sempre iremos nos posicionar contra todo e qualquer posicionamento que seja contrário a liberdade plena, absoluta, total e irrestrita de opinião. A frase “eu discordo do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lo”, geralmente atribuída à Voltaire [2] talvez seja a melhor definição para a liberdade de expressão [3]. E liberdade de expressão para nós é tão essencial quanto o ar e a água para a sobrevivência da espécie.

Talvez por isso, nós tenhamos dado tanta ênfase a denunciar essa lacração e publicar tudo que fosse decorrente da mesma aqui nesse blog. Então para dar a exata noção da lacração desse casal militante “globosta“, apresentamos abaixo diversos vídeos de YouTubers influenciadores, com as diferentes reações de cada um dos formadores de opinião da ala brasileira da direita liberal, tradicional e conservadora, a quem nós damos integral e completo apoio (pelo menos no aspecto de expressar livremente a sua opinião, seja ela qual for):

Diego Rox - Júlio Cocielo, Vitimismo e Público

Nando Moura - Cocielo x Justiceiros Sociais

Peter Aqui - Júlio Cocielo Racista?

Peter Aqui - A Hipocrisia do Caso Cocielo

LiloVLOG - Júlio Cocielo e a caça às bruxas

Luiz Camargo VLOG - Entenda o que é RACISMO! Depois, conclua se o COCIELO é Racista ou não!

Portanto, depois de tantas opiniões bem abalizadas, não precisa se falar mais nada, certo? O que importa mesmo é ter a postura correta: ou seja, procurar agir de acordo, não pisar na bola, não postar ou fazer besteira na internet, e quando fizer isso assuma a responsabilidade e aguente as consequências de suas falhas. 

Agora agir de forma hipócrita e querer posar de bonzão nas redes sociais, na internet e achar que a própria rede global não vai cair dentro e não vai desmascarar o indivíduo, é ser no mínimo ingênuo. No máximo é ser um mau caráter assumido, o mais canalha possível, capaz de inverter fatos e depois posar de santo do pau oco, fazendo papel de vítima.

Por essas e por outras razões, que qualquer forma de vitimismo é oportunista, é mal intencionada, tem como objetivo único causar a polêmica, o divisionismo de minorias, de classes e de “castas”, de causar disputas e polarizações entre esses pequenos grupos e lucrar com a destruição mutuamente assegurada entre eles,  dos quais irão se aproveitar muito, principalmente daquilo que sobrar desse embate. 

E a quem mais interessa isso?

Evidentemente aos canalhas doutrinadores extremistas (especificamente estamos falando da esquerda manipulante, esquizofrênica, paranóica e delirante)! A eles interessa que nos aniquilemos reduzindo os espólios dessa disputa à eles, dos quais se beneficiarão…

Não se pode negar que há o machismo, a misoginia, o racismo e a homofobia. Bem como devemos observar e bem, a prática do etarismo, da pedofilia, do racismo inverso, da misandria, e de muitas outras formas de ódio aplicadas aos indivíduos, aos seres vivos em geral, às crenças e convicções pessoais, as posturas individuais, e às formas de pensar.

O ódio, assim como o intuito de praticar o mal, é inerente à condição humana, faz parte do rol de suas fraquezas individuais e coletivas, está enraizado junto com a nossa ignorância e o nosso desprezo pelos valores morais e pela ética. 

E ele reside na destruição dos valores tradicionais, em primeiro lugar, a família como base da sociedade, e em segundo lugar, a tradição, a fé e a moral judaico-cristã e a propriedade, que são os pilares firmes da instituição familiar e que também são o sustentáculo da própria funcionalidade perfeita da sociedade. 

Permitir que esses valores sejam destruídos, é assegurar o fim da sociedade moderna ocidental como nós a conhecemos. Esse é o objetivo da esquerda. Essa é a fundamentação do Marxismo, do Socialismo e do Comunismo. E é contra isso que conservadores devem se bater, e essa é uma postura assumida pelo nosso veículo de mídia, hoje e sempre.

Fontes: O Estadão e Revista Quem

Notas de rodapé:

[1] O site Sul Connection foi retirado do ar por denúncia de “fake news” após as publicações envolvendo Bruno Gagliasso e sua esposa.

[2] No original: “I disapprove of what you say, but I will defend to the death your right to say it” (TALLENTYRE, 1906, p. 199). Frase notoriamente atribuída a Voltaire ((François Marie Arouet, filósofo francês da época da Revolução Francesa), na realidade foi dita por Elizabeth Beatrice Hall, sob o pseudônimo de S. G. Tallentyre, na biografia intitulada The Friends of Voltaire, para expressar como pensava o referido filósofo.

[3] Neste trabalho, o termo liberdade de expressão é utilizado sempre em seu sentido amplo, englobando a liberdade de pensamento, a liberdade de opinião, a liberdade de manifestação artística, a liberdade de informação, a liberdade de imprensa, enfim, todas as formas de comunicação protegidas pela Constituição.

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