Ator lacrador acaba sendo vítima do próprio veneno e sofre boicotes

Bruno Gagliasso está vivendo o seu inferno astral pessoal. Depois de tentar lacrar em cima do YouTubber Júlio Cocielo, o ator lacrante da Esgotosfera Globalista, experimentou uma reviravolta, com doses letais do próprio veveno.

Primeiro, teve que encarar pela proa um ataque fulminante de vários movimentos de militância de direita e de páginas das redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc…). Além disso, os ataques de sites de militância da direita nacional, não perdoaram aos lacradores, fulminando-os por todos os lados possíveis, inclusive com respeito à questão dos patrocinadores dos mesmos. Vejam abaixo:

Entenda o caso

Bruno e Giovanna Ewbank apoiaram uma campanha virtual pedindo boicote a Júlio Cocielo, na noite desta segunda-feira (2). O casal de atores se posicionou contra o influenciador digital – que tem mais de 11 milhões e 200 mil seguidores no Instagram – após comentários preconceituosos dele serem divulgados na web.

No Instagram, Bruno fez um repostagem de um texto escrito pela jornalista e militante Isabela Reis, assim dizia o texto da jornalista.

“Você tem noção do que são 11 milhões e 200 mil pessoas? Eu ajudo. É a população inteira da Bélgica. É um milhão a mais do que a população de Portugal. São 143 Maracanãs lotados. São todas as pessoas que ainda estão apoiando diretamente um influencer assumidamente racista. Temos que cobrar posicionamento das marcas que o patrocinam, é claro. Mas são os outros famosos que ainda o seguem e, principalmente, as pessoas comuns, anônimas, que verdadeiramente me preocupam. Apoiar uma pessoa racista é ser conivente, sim”.

Em função dessa tentativa descarada de faturar uma lacrada em cima de um YouTuber independente, que não é ligado a nenhuma causa ideológica, e que apenas possui um canal de humor para adolescentes, mas por ser bem sucedido e ter um público considerável, virou instrumento de ódio para ser atacado pela turma da lacração, em sua interminável luta contra os agentes da “extrema-direita” racista, fascista, nazista, misógina, homofóbica, etc…

Comentando a respeito, o analista econômico e político Leandro Ruschel, se manifestou:

É no mínimo uma mistura de surto psicótico com delírios de grandeza ideológica maníaco-depressiva associado a uma paranóia esquizóide e síndrome de perseguição seletiva. Interna porque não tem mais solução esse caso!

Fontes:

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.